TCU
Unidade instalada no tracker para controle de motor, posição e segurança local.

Sistema de Controle de Trackers
Controle de tracker solar em escala: posicionamento preciso, proteção da frota e o modo inteligente TrackBoost integrado ao rastreamento.
Produto TECSCI · Controle de trackers
Arquitetura completa
Da leitura meteorológica ao comando da TCU, cada camada transforma contexto operacional em movimento seguro.
Unidade instalada no tracker para controle de motor, posição e segurança local.
Comunicação de campo projetada para uma frota distribuída.
Supervisão e comando dos trackers incluídos no ecossistema.
Modo inteligente que converte clima, geometria e histórico em novos alvos de posição.
Comissionamento, comandos e diagnóstico remoto com confirmação do estado real da TCU.
Integração aberta e supervisão contínua: compara o esperado com o estado real e corrige divergências quando a autocorreção está habilitada.
NCU Web · SCADA local
O NCU Web é o centro de comando da frota: um SCADA local instalado na NCU e incluído no pacote Tracker. Qualquer dispositivo conectado à rede da NCU acessa a operação — sem depender de nuvem.
O NCU Web é o SCADA local da frota de trackers — não é a plataforma de Monitoramento, produto independente para performance e portfólio. Conhecer o Monitoramento

Confirmação e diagnóstico remoto
Pelo aplicativo, a equipe consulta o que está realmente gravado e acontecendo em cada TCU — posição, alvo, sensores, alarmes, eventos, fila de comandos, histórico e perfis de configuração — sem deslocamento até o campo.
O aplicativo e a API registram o comando e a configuração que cada TCU deve manter.
A TCU devolve seu estado operacional e os parâmetros efetivamente gravados no firmware.
A API identifica diferenças entre o que foi configurado e o estado real recebido do campo.
Com a autocorreção habilitada, somente os ajustes necessários são enviados para sincronizar a TCU.
A API verifica configurações, posições de segurança e relógio. Quando a autocorreção está habilitada, corrige divergências e mantém a frota coerente e saudável.

Hardware · NCU NCS-500
Modo inteligente do Tracker
TrackBoost é o modo de IA integrado ao Tracker TECSCI. Ele combina condições meteorológicas locais, geometria da usina e histórico operacional para recalcular o alvo de posição da frota — sem separar inteligência, comando e movimento.
Irradiação, temperatura, vento e histórico operacional alimentam a estratégia.
O TrackBoost compara as condições atuais com a geometria e o relevo para reduzir perdas por sombreamento e clipping.
A NCU coordena a frota e envia pela rede os alvos de posição recalculados.
Cada TCU movimenta seu tracker em tempo real, respeitando limites mecânicos e regras locais de proteção.
O modo inteligente otimiza a geração enquanto a operação está dentro da faixa segura. Alarmes locais, limites mecânicos e a posição de segurança em casinha aos 15 m/s sobrepõem qualquer alvo de otimização.
Proteção progressiva contra o vento
Antes do limite crítico, a TCU reduz progressivamente a janela angular e mantém o rastreamento dentro da faixa segura. Ao atingir 15 m/s, a frota assume imediatamente a posição de segurança comissionada em casinha.
O tracker acompanha o sol com backtracking e limites mecânicos ativos.
A faixa de movimento diminui sem interromper a geração segura.
A janela fica mais estreita e preserva apenas os ângulos permitidos.
As fileiras deixam a janela progressiva e formam a casinha configurada no comissionamento.
O anemômetro da NCU informa a condição e a API seleciona o nível configurado para cada TCU.
Limiares distintos de entrada e saída evitam oscilações quando o vento permanece próximo de um nível.
A TCU limita o alvo ao intervalo seguro e continua acompanhando o sol dentro dele.
O limite crítico tem prioridade sobre os níveis dinâmicos e envia a frota diretamente para a posição de segurança.
7 posições seguras programáveis
Veja a resposta ao vento acontecer: o sandbox 3D simula o tracker reagindo às rajadas em tempo real.
Abrir a demonstração interativaAutonomia de segurança
A inteligência de segurança mora no firmware da TCU, em campo. Se a rede falhar, cada tracker continua se protegendo sozinho.
Após 2 h sem comunicação descendente (padrão configurável), a TCU assume de forma autônoma a posição de segurança de vento.
Fim de curso, sobrecorrente, eixo travado e inclinômetro acionam diretamente o estado de segurança na TCU.
A geometria configurada da usina orienta o posicionamento para reduzir o sombreamento entre fileiras.
Atualização de firmware over-the-air via LoRaWAN multicast para a frota inteira, com dual-bank para reverter se necessário.
Bateria e painel solar próprios em cada unidade, com monitoramento de tensões e correntes.
Proteção ativa
A proteção combina leitura contínua, janelas progressivas de rastreamento e posição de segurança em casinha no limite crítico.
Use o controle de horário para percorrer o arco solar e observar o posicionamento coordenado.
A NCU acompanha o vento e distribui o nível de proteção adequado à frota.
Antes do limite crítico, a janela angular diminui e o rastreamento continua na faixa segura.
Ao atingir o limite crítico, as fileiras assumem imediatamente a posição de segurança comissionada.
A TCU mantém comportamentos seguros mesmo quando a conectividade varia.

Sistema de Controle de Trackers
Instalação robusta, comissionamento assistido e uma interface que transforma sinais em ação.
Guia tracker solar
Rastrear o sol é mecânica. Entregar o ganho esperado todos os dias é software rodando em campo — fileira por fileira, com o vento soprando.
Tracker solar (ou seguidor solar) é a estrutura que gira os módulos ao longo do dia para acompanhar o movimento do sol e captar mais irradiação do que uma estrutura fixa. Em usinas de solo, o formato dominante é o de eixo único, que gira as fileiras no sentido leste–oeste.
O tracker de eixo único gira em torno de um eixo horizontal, normalmente norte–sul, com um atuador por fileira. O de eixo duplo também corrige a inclinação para seguir a altura do sol: ganha em latitude alta, mas soma peças móveis, manutenção e pontos de falha que o sistema de controle precisa monitorar.
No começo da manhã e no fim da tarde, o ângulo de máxima captação faz uma fileira projetar sombra na vizinha. O backtracking desvia a frota do alvo puramente astronômico para reduzir essa perda — e é uma decisão de software, tomada em cada controlador.
Posição, proteção e retorno à posição segura acontecem no campo, controlador por controlador. Sem leitura local, comunicação confiável e autonomia em cada tracker, o ganho do rastreamento se perde em sombreamento, alarme e parada não planejada.
Dúvidas frequentes
Tracker solar é a estrutura que acompanha o movimento do sol para captar mais irradiação do que uma estrutura fixa. Em usinas de solo, o formato mais comum é o de eixo único, que gira as fileiras no sentido leste–oeste.
Sim. “Tracker solar” é o termo em inglês usado no mercado e “seguidor solar” é a tradução em português: os dois descrevem a mesma estrutura móvel que segue o sol.
O ganho varia com a latitude, a nebulosidade e a geometria da usina, então não existe um número único. O que define quanto desse potencial vira geração é a precisão do posicionamento ao longo do dia, o backtracking correto e a disponibilidade da frota — exatamente o que o sistema de controle entrega.
Backtracking é a correção que desvia as fileiras do ângulo de máxima captação para evitar que uma projete sombra na outra, o que acontece com o sol baixo, no início da manhã e no fim da tarde. Sem ele, parte do ganho do rastreamento é consumida por sombreamento entre fileiras.
Cada fileira tem um controlador que executa o alvo de posição, lê o próprio estado e aplica as regras locais de proteção — na TECSCI, a TCU. A camada de coordenação, a NCU Web, distribui os alvos, consolida a telemetria e mantém a usina visível para a operação, com SCADA local e integração Modbus.
O tracker precisa sair da posição de operação antes do vento crítico, em velocidade compatível com a rajada esperada. Essa proteção tem que rodar no próprio controlador, sem depender da nuvem: anemômetro, curva de stow por velocidade e autonomia para levar a frota à posição segura mesmo com a rede indisponível.
Sim. As duas tecnologias convivem, inclusive em expansões de usinas que começaram fixas. O que muda é a operação: a frota móvel precisa de telemetria, alarmes e histórico próprios para ser tratada como um ativo à parte.
Portfólio TECSCI
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TCU, rede de campo, TrackBoost, NCU Web como SCADA local e aplicativo de comissionamento.
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